Do que eles gostam
sexta-feira, 17 de outubro de 2008 por Stelleo ToldaMais do que “do que eles gostam”, começo esse post com “Do que eles precisam”. E completo: acesso à tecnologia.
Neste sentido, as lanhouses caíram no gosto popular e funcionam como instrumento de inclusão digital em nosso país, sobretudo nas periferias das grandes cidades e nas cidades menores que não dispõem de computadores ou internet em casa.
Há tempos estamos falando da entrada das classes C e D na internet e no comércio eletrônico. É sabido também que a porta de entrada para esses usuários são os jogos, os sites de relacionamento, de emprego e também os provedores de e-mail.
O mundo virtual serve para reforçar os vínculos que existem no mundo “real”. É o que diz a antropóloga e professora da ESPM/RJ, Carla Barros.
As redes sociais se apresentam então como a grande opção para esses grupos interagirem sem os custos proibitivos de transporte e de telefonia, por exemplo.
O que isso tudo significa? Que o aumento do poder aquisitivo destas classes, de fato, inaugura um novo mundo de possibilidades para o comércio eletrônico. O tíquete médio pode ser menor, mas em termos absolutos, essa população é muito maior que as classes A e B.
Você vai ficar fora dessa?
Veja mais na web
A riqueza dos bits (Revista Bites)
Lanhouses e a inclusão digital (Fonte MLOG)