Arquivo de agosto de 2008

Comércio eletrônico crescente

sexta-feira, 29 de agosto de 2008 por Stelleo Tolda

Dados recentes divulgados pela consultoria e-bit revelaram que o comércio eletrônico atingiu um faturamento de R$ 3,8 bilhões apenas no primeiro semestre deste ano, o que representa 45% a mais do que o mesmo período de 2007.

 

Os e-consumidores também cresceram: 42% em relação a 2007, somando 11,5 milhões de pessoas. Outro índice que também melhorou foi gasto médio por internauta  que passou de R$ 296 para R$ 324, um incremento de 9%.

 

Os preferidos dos e-consumidores, de acordo com a mesma pesquisa são livros (17% das vendas), informática (12%), saúde e beleza (10%), e aparelhos eletrônicos (7%).

 

Apesar dos números expressivos e das preferências se replicarem, o estudo infelizmente não contempla sites como o MercadoLivre, que têm 28,1 milhões de internautas e mais de 17,5 milhões de produtos comercializados (só em 2007). Ou seja, o mercado de comércio eletrônico no Brasil ainda é maior do que imaginamos.

 

Veja mais na web

Comércio eletrônico (Fonte Clube Online)

Você faz parte da ‘Generation Virtual’?

sexta-feira, 22 de agosto de 2008 por Stelleo Tolda

Um estudo da consultoria Gartner estabeleceu uma nova geração de usuários de internet: a ‘Generation Virtual’, cujo critério de pertencimento é definido pelo uso que faz da mídia digital como meio de informação, compartilhamento e construção de conhecimento e troca de experiências.

 Dentro da ‘Generation Virtual’, há quatro níveis de engajamento (de conteúdo e de comunidade):

 - Criadores – cerca de 3% das pessoas, responsáveis pelo fornecimento original de conteúdo e promoção ativa de produtos e serviços.

 - Colaboradores - de 3 a 10%. São os seguidores, mas também adicionam informações e recomendam produtos e serviços.

 - Oportunistas - de 10 a 20%. São pessoas que podem contribuir mais para gerar buzz e promover marcas ou produtos. São aqueles que podem ‘agregar valor’ a um diálogo.

 - Lurkers (observadores) - aproximadamente 80% da Geração V, são os espectadores, lêem, absorvem a informação, mas não tem participação ativa.

 Mais importante do que o nome da geração e do que essas caracterizações (criadores, colaboradores, oportunistas e observadores - o que lurkers quer dizer), no entanto, são os pontos abaixo.

 Digo isso, pois é preciso atentar-se para:

- falar com todos os níveis de engajamento;

- entender que cada grupo tem o seu valor para os negócios, a sua tecnologia e a sua forma de contato;

- objetivos que a empresa quer sobre o retorno sobre esse investimento; a maneira como a conversa se inicia, se mantém e caminha. 

O ponto é que o contato com as comunidades deve seguir um objetivo definido com retorno sobre o investimento estabelecido. O que pode começar como uma forma de falar com seus clientes pode acabar comprometendo a reputação da empresa.

 Veja mais na web

‘Generation V’, nova geraçao de usuarios web, pesquisa do Gartner (Fonte BlueBus)

 

 

O novo guru da TI mundial

segunda-feira, 18 de agosto de 2008 por Paulino Michelazzo

Com a saída de Gates da MS veio a pergunta: quem será o novo guru da tecnologia? Eu apostei na dupla Sergey Brin e Larry Page do Google como número 1 em poder mas acredito muito em Mark Shuttleworth como o mais criativo.

E você? Em quem aposta?

A matéria pode ser lida no UOL de hoje clicando-se aqui.

Fazendo a lição de casa

sexta-feira, 15 de agosto de 2008 por Paulino Michelazzo

Um grande website de vendas de ingressos para shows e eventos passou por um fiasco na semana da bossa nova em São Paulo com problemas que foram desde a não disponibilidade do serviço na Internet até a falta de tato com o usuário de seus serviços. Acostumados com um tráfego linear durante todo o tempo, em um repentino “boom” de acessos o website entrou em colapso deixando centenas de pessoas que queriam adquirir ingressos a míngua. Diante disso fica a pergunta: até quanto é possível mensurar cargas atípicas e o que fazer como contingência nestes casos? A resposta é: planejamento e lição de casa.

A cada dia mais e mais facilidades estão disponíveis na Internet. Desde serviços públicos até a aquisição de bens e serviços, tudo pode ser encontrado na grande rede de uma forma ou de outra. Muitas destas incursões no mundo digital são realizadas sem critérios, sem planejamento e pior que isso, sem testes. Este mix gera frustração para o usuário que precisa ou deseja ganhar tempo usando uma ferramenta e perda monetária para o fornecedor. Um bom exemplo é o caso de uma prefeitura do interior de São Paulo que possui um sistema de emissão de guias de recolhimento de impostos que contém um erro de uma única barra (/) em seu código, impedindo o contribuinte de emitir e imprimir a guia. Como resultado desta barra equivocada, impostos deixam de ser pagos por aqueles que não querem ou não podem ir até a repartição pública. Uma simples barra que foi lá esquecida por alguém que desenvolveu e não testou o que fez gerando perda monetária e frustração. Uma simples barra…

Mas nem só de erros de programação vive a web. Existem também aqueles causados pelo excesso de confiança que são como relacionamentos amorosos. Confia-se tanto no parceiro que são esquecidas regras básicas de convívio e manutenção do que foi construído, até o momento que esta confiança é traída e a lamentação torna-se onipresente (como bem relatado no artigo de Juliana Padron). E este foi o caso desta semana; excesso de confiança no sistema acarretou centenas de reclamações de seus usuários, perda financeira para a empresa e principalmente a credibilidade arranhada. Depois dessa, quem vai acreditar que é possível ter tranquilidade na aquisição de ingressos para grande eventos?

Claro, erros acontecem em todos os sistemas e até estamos acostumados com eles. Mas existem erros e “erros”. Numa função pouco usada ou que somente em determinadas circunstâncias é ativado, pode ser “aceito” tal como os bug’s de navegadores que permitem alguns usos indevidos sobre formas pouco convencionais, mas erros no meio de um fluxo constantemente usado são aqueles considerados inadmissíveis em todos os sentidos.

Para contornar situações como estas somente o planejamento e a velha “lição de casa”. O planejamento é usado para tentar mensurar o maior número de variáveis possíveis do sistema, inclusive aquelas que são consideradas atípicas tais como acessos em alta escala até a pane dos servidores. A lição de casa nada mais é que testar estas variáveis e criar planos de contingência no intuito de minimizar os efeitos colaterais advindos deste cenário catastrófico. Pecando nestes dois pontos tem-se uma ponte de cordas velhas sobre um desfiladeiro; pode não cair agora mas cairá algum dia.

Dicas? Inúmeras. Mas principalmente o bom senso e o real trato com os usuários. Deixar uma mensagem de “serviço indisponível” certamente não é a melhor forma de dizer ao usuário que o sistema está manco. Ser franco, admitir o erro e tentar da melhor e mais rápida forma contorná-lo (onde está a contingência?) são as ferramentas existentes no momento do caos. Se não tem solução, solucionado está mas este não é o provérbio que deve ser adotado a ferro e fogo na Internet. Até descobri-se que não existe solução, a busca por ele deve ser incansável, mesmo que seja para ver e ouvir João Gilberto.

Falando russo

segunda-feira, 11 de agosto de 2008 por Stelleo Tolda

O Google anunciou, no dia 18 de Julho, a compra do site russo, Zao Begun.

 

A compra se dá por alguns motivos: para entrar no país e para aproveitar a venda de publicidade local.

 

Um ponto que fica evidenciado nessa negociação é que o Google não é necessariamente o líder em buscas em todos os lugares do mundo. Como no Ocidente, é praticamente dono dos mercados de busca, muitas vezes assumimos que é líder mundo afora, o que não é verdade. 

 

Veja mais na web

Google compra Begun por 140 milhões de dólares (Fonte: M&M Online)

 

 

Busca pela fala

segunda-feira, 4 de agosto de 2008 por Stelleo Tolda

O Google lançou uma tecnologia que permite localizar pela fala o conteúdo dos vídeos. Ainda limitada a vídeos com teor político, se o termo estiver em algum vídeo do Youtube, as posições no vídeo são indicadas e o usuário pode ler os textos como se fosse uma legenda.

 

A tecnologia ainda permite que o texto dos vídeos seja transcrito.

 

O interessante da ferramenta, que ainda se limita a um tipo de conteúdo, mas que tende a ser generalizada, é mais uma iniciativa na direção de abranger a busca completa em todo conteúdo digital, o que vai muito além dos links azuis

 

Veja mais na web

Google adiciona tecnologia de reconhecimento de fala no YouTube (Fonte AdNews)

 

 

Além dos links azuis (Fonte MLOG)