Arquivo de junho de 2008

Marketing com força e inteligência

quarta-feira, 18 de junho de 2008 por Paulino Michelazzo

A Internet deu hoje mais uma mostra de seu poder de penetração e também do que o marketing bem feito é capaz de operar. A Fundação Mozilla bateu o recorde mundial de downloads de um mesmo software nas primeiras vinte e quatro horas de seu lançamento ou alguma coisa como a maior bilheteria da história do cinema. Foram quase 8 milhões e 600 mil downloads resultando em uma média acima de 5 mil downloads por minuto. A coisa foi tão grande que não escaparam as tradicionais piadas como o envio de um bolo pela turma da Microsoft para o Mozilla.

Mas de onde veio tanto poder? Como um software conseguiu mobilizar tanta gente em quase todos os países do mundo em torno de algo? Como é possível tal façanha sem gastar um único centavo? Simples: marketing bem feito.

Não é de hoje que a Internet mostra o contraponto ao marketing tradicional. Enquanto algumas empresas gastam milhões com grandes campanhas para seus produtos e serviços na mídia tradicional e esquecem da Internet (esquecem???), a marca mais valiosa do mundo (Google) não gasta um único centavo com TV, revistas ou jornais. Simplesmente seus 86 bilhões de dólares advém da força da Internet, de um produto bem feito e claro, de um marketing localizado e dentro de uma das máximas do dia-a-dia: falem bem, falem mal mas falem de mim.

O Firefox não foge a regra. Com um produto excepcional (vai dizer que não é), um marketing genial e focado na comunidade de usuários, ele mostra que o gasto com o tradicional não é obrigatório para uma marca crescer, mas sim inteligência, bom senso e ousadia para fazer aquilo que ninguém tinha pensado antes.

Será que este pode ser o pontapé para um novo boom no marketing digital?

Quem empaca a rede

terça-feira, 17 de junho de 2008 por Paulino Michelazzo

A Indonésia é um país interessante em todos os sentidos. A maior nação mulçumana da Terra, ela soca mais de 237 milhões de habitantes em um território composto por 17 mil ilhas que são conjuntamente um pouco maior que o estado do Amazonas. Além deste exercício de física, a Indonésia ainda é o país com o maior número de atividades vulcânicas do planeta e volta e meia é assolado por tufões e outros desastres naturais.

Mas mesmo com tudo isso, a Indonésia dá um show em nossa terra brasilis quando o assunto é telecomunicações. Lá você tem acesso à Internet em qualquer portinha da esquina (literalmente) por um preço extremamente baixo e quando o assunto é telefonia, a distância é ainda maior: a ligação DDI por mais cara que seja não custa mais de 80 centavos de dólar o minuto (para o Brasil, cerca de 54 centavos de dólar). O mesmo ocorre em países como Vietnã, Laos e Tailândia. Conexões bataras, serviços rápidos e deixemos a coisa fluir. Já no Brasil….

Tive a necessidade de mudar meu SoHo para São Paulo. Mesmo sendo paulistano do centro velho, não mais tenho o apreço que tinha pela capital da fumaça. A fumaça é muita hoje em dia e os carros me deixam atordoado. Mas para o bem de todos e felicidade geral da nação compradora de serviços de software, mudei. Minha primeira tarefa foi a solicitação de uma linha DSL para trabalhar. Para a compra, 1 gigabit de velocidade mas para funcionar parece um modem USRobotics de 28K; três dias de brigas com a companhia telefônica, discussões com atendentes robotizados que não sabem a diferença entre um teclado e um monitor e uma velocidade 75% abaixo do mínimo que prometem no serviço.

Nestes momentos penso como podemos crescer se nossa infra-estrutura é pífia e os serviços prestados conseguem ser piores que os de nações desconhecidas e longínquas. Perco eu, pequeno empresário desenvolvendor de software que não consigo atender meus clientes de forma competente, perde o cliente que precisa de um serviço e não tem, perde o funcionário do cliente porque se o cliente não vende, não recebe e perde o emprego, perde o país que não faz a espiral sócio-econômica andar. Quem ganha? Somente a companhia que tira daqui 13,7% de todo o faturamento mundial prestando aquilo que chamam de serviço mas que não passaria pelo crivo de nenhum órgão regulador decente em seu país de origem e muito menos pelos seus clientes do velho continente.

Enquanto isso, vamos empurrando com a barriga. Concorrência não existe, atendimento é sonho e lá se vão meus reais a juros astronômicos para as mãos de outros. Quem empaca a rede? Somos nós mesmos que não conseguimos nos desvincilhar deste DNA podre que nos acompanha há mais de cinco séculos. Mas quem sabe dia destes nos voltamos para Meca e pedimos para Maomé nos ajudar pelo menos a nos comunicar.

Festa de lançamento em Vitória/ES

terça-feira, 17 de junho de 2008 por Tiago Baeta

Coquetel de lançamento em Vitória/ES, primeira ação oficial do iMasters na cidade, reuniu cerca de 90 profissionais do mercado, autores, imprensa e amigos. O evento foi aberto ao público e aconteceu na Redetronic Plus, com palestra de Gilberto Sudré, um dos autores do livro.

Veja cobertura completa da festa neste link.

Lançamento do livro no RJ, dia 23/06

segunda-feira, 16 de junho de 2008 por Tiago Baeta

Confirmado o lançamento do livro na cidade maravilhosa, para o dia 23/06, a partir das 19h00, na Livraria Armazém Digital, Shopping Rio Design Center, Leblon (veja como chegar).

O lançamento será aberto ao público, e teremos uma palestra com Bruno Rodrigues, um dos autores do nosso livro, Consultor em Informação para Mídia Digital da Petrobrás, e autor do livro “Webwriting - Redação & Informação para a Web”.

Também está confirmada a presença dos autores Ana Erthal (Oi), Bruno Dulcetti (Globo.com), Edson Mackenzy (Videolog.tv), Fabio Seixas (Camiseteria) e Mauro Amaral (Contém Conteúdo.org), além de colunistas cariocas do iMasters, amigos e parceiros.

Para assistir a palestra e prestigiar o lançamento não é necessário efetuar inscrição. Basta comparecer ao local e trazer seus amigos, para um grande networking do mercado digital carioca.

Nos vemos lá!

Cada vez mais conectados

sexta-feira, 13 de junho de 2008 por Stelleo Tolda

A web se apresenta cada vez mais como uma plataforma que une pessoas e faz com que uma gama enorme de serviços – antes do mundo físico – se transporte para a rede.

Uma nota no UOL Tecnologia trouxe alguns exemplos, como o site Teu Advogado, que presta consultoria sobre termos jurídicos, sem custo e em até 3 dias úteis. Acredito que essa iniciativa tenha duas formas de ganhar dinheiro: ou monetizam o site ou atraem os usuários com dúvidas para que virem possíveis clientes.

Outro exemplo é o site Meus 3 desejos, cujo mote é a colaboração, um dos pilares da web 2.0: o usuário se inscreve e depois faz 3 desejos. Outros usuários olham e vêem se podem ou não ajudar alguém.

Eu ainda acrescento a essa lista, a plataforma de comunicação Sociale e o MercadoSolidário, do MercadoLivre.

A Sociale une empresas e entidades que possuem necessidades de comunicação com profissionais que podem suprir estas necessidades. É uma plataforma que aproxima quem precisa de serviços de comunicação e quem tem uma verba específica e deseja contratá-los, num sistema de concorrência.

Já o nosso MercadoSolidário é uma plataforma que funciona nos mesmos moldes do MercadoLivre, só que de forma gratuita para organizações não-governamentais e sem fins lucrativos que desejem incrementar suas receitas. As ONGs se cadastram no site, nós as isentamos das tarifações, elas vendem o que quiserem e, o que for obtido, é totalmente delas.

Ou seja, estamos cada vez mais conectados e tudo o que pode ser transformado em bites e bytes, definitivamente o será.

Qual será a próxima invenção?

Veja mais web

Web ajuda a achar amor, tirar dúvidas jurídicas e até fazer terapia (Fonte UOL Tecnologia)

Neto @ Cannes = Cannes08

sexta-feira, 13 de junho de 2008 por Tiago Baeta

Nosso amigo Mentor Muniz Netto, autor deste livro e jurado em Cannes na categoria Promo, tem feito uma cobertura excelente do festival diretamente dos bastidores do juri e vale a pena acompanharmos.

Quem quiser nos acompanhar, Cannes08.

Abraços!

Ah, o amor!

quinta-feira, 12 de junho de 2008 por Ana Amélia Erthal

Já faz algum tempo que os amantes, para demonstrar devoção e amor eternos, marcavam as iniciais em troncos robustos de árvores públicas. As letras, em sua maioria, eram circundadas por corações atravessados pela seta balsâmica de Eros, o deus grego popularizado cupido, aquele que dá uma mãozinha pro destino e encontra alma gêmea em meio à multidão.

Enfim, os tempos mudaram, mas a idéia de gravar pra sempre no tronco da árvore permaneceu e agora veio pra web. Essa é a proposta do site www.arvoredoamor.com.br. Você vai até lá, escolhe um coração e o site garante que vai ficar publicado “para sempre”. Claro que o espaço deve ser comprado e há modelinhos de coração para todos os gostos (até mesmo os partidos) e os preços variam. Mas a mensagem e a foto vão ficar no caule e você não pode alterar nem fotos, nem mensagem: uma vez gravada, para sempre na árvore do amor.

É uma boa sugestão de presente para esse Dia dos Namorados, ao menos não vai murchar daqui a três dias, não vai acabar em três meses, nem puir daqui a um ano.

Quer namorar comigo?

quinta-feira, 12 de junho de 2008 por Paulino Michelazzo

Hoje é dia dos namorados aqui na terra brasilis. Nesta data o faturamento de floriculturas, restaurantes, lojas de presentes e claro, motéis, cresce como poucas datas do ano. Para empresários destes setores é também uma data de festa onde o tilitar das caixas registradoras se torna uma melodia digna de quinta sinfonia.

Mas e a Internet nesta onda? Alguns negócios pré-estabelecidos certamente vão faturar devido a vida corrida do dia-a-dia onde muitas vezes até aquele “suar frio” se torna mecânico ou com data e hora marcada. Profissionais de todos os tipos irão se aproveitar da comodidade da Internet para fazer seus pedidos de tudo que é produto a fim de agradar o(a) amado(a), pelo menos neste dia.

Mas nem tudo é um arco-íris neste mercado. Um problema crônico ainda está na integração site-atendimento-logística-entrega onde uma pequena falha pode acarretar dezenas de distúrbios dos mais variados tipos e, dentre eles, o famoso “esqueceu de novo”. Culpa de quem? Da administradora de cartões? Da empresa de logística? Ou do próprio empresário que subestimando a capacidade de penetração da grande rede acredita que só o site dá conta do recado. Não, é muito mais que isso. Precisa-se pensar desde a redundância de sistemas até a entrega na porta da pessoa. Ninguém quer ficar sem seu mimo, principalmente hoje.

Há pouco um novo cliente me procura desesperado pois seu sistema está sofrendo de um mal grave: SQL Injection que derruba sua aplicação a cada hora. Sem mais o que fazer ou para onde correr, me consulta esperando conseguir uma pílula azul para seu problema. Impossível. Uma aplicação com milhares de linhas de código feita por um único programador que não documentou nada decreta o veredicto: vai perder o dia dos namorados, o faturamento e se bobear, a namorada.

Triste, uma lição aprendeu: centenas de pessoas vendo e mexendo no código usando técnicas e padrões de desenvolvimento corretos, podem fazer a diferença. Neste momento entra em ação a coqueluche do momento: o software livre como opção factível para este (e outros) males da Internet. A explicação é simples: em sistemas modulares, um defeito encontrado é facilmente isolado e rapidamente contornado, o que não ocorrem com aplicações de outros tipos, sejam estas de uma empresa ou não (ou ainda acredita que um elefante branco voa?).

Para mim resta aproveitar o dia dos namorados com minha companheira longe dos computadores (não sou tão nerd assim) e aguardar a próxima semana onde o sistema começará a ser trocado. Na avaliação deste cliente, o que perdeu neste dia pagaria com folga a migração e não valerá a pena esperar pelo dia das crianças para então ficar chorando pelo pirulito que caiu no chão. É melhor amarrar logo.

Entre a tendência e a solução

quinta-feira, 12 de junho de 2008 por Mauro Amaral

Em meio a platéia do evento da moda, apresentando o planejamento da campanha mais genial de todos os tempos da última semana, ou prospectando clientes que vão trazer oxigênio renovado a sua empresa, uma questão ocorre àqueles que não estão neste mundo digital a passeio: como afinal, encurtar o caminho entre a tendência tão linda e charmosa e a solução, esta austera senhoria que nos cobra resultados?

Sim, porque alugamos as tendências da moda para nos fazermos de bonitos e inteligentes e, projeto no ar, vem a cobrança dos resultados: quantos cliques, quantas conversões, quantos comentários? Posso sugerir alguns passos?

Primeiro Passo: você a faz nascer

Para efeito deste artigo, vamos entender que você sacou no ar, filtrando aí por sua experiência, uma tendência, uma linha de ação, um pacote de novidades que pode dar um toque diferencial a sua maneira de encarar o mundo digital. É o momento mágico, onde você se considera um dos escolhidos.

Segundo passo: ela não morre no berçário

É alto o índice de mortalidade infantil das tendências. Muitas delas não chegam a completar uma semana de vida e são rebatizadas, o que era 2.0 vira 3.0 sem nunca ter saído do lugar. O “mais indicado para seu negócio” em dois meses pode se transformar no “nunca faço isso com sua empresa”.

A única UTI neo-natal para este tipo de entidade é o bom-senso. Se você está no ramo, é melhor ter bom senso desde criancinha. Aprenda a separar mania de moda, novidade de briefing, revolução de evolução e por aí vai. A chance aumenta se você conseguir superar este período crítico de pós-nascimento

Terceiro passo: educa a criança para ter um sotaque local

É fundamental que você eduque sua descoberta com o sotaque de quem vai consumi-la. Sim, o seu consumidor (usuário, assinante, cliente…) é um ser mal-acostumado a ter tudo na mão, a qualquer hora e…pasmem…até de graça. É o cenário Freemium que a todos nos cerca.

Portanto, ao trabalhar sua idéia, dê a ela uma cara tão familiar que você correrá o risco de receber notificações de paternidade, pedido de exames de DNA, autoria etc etc.

Quarto passo: arregaça as mangas e a faz sair de casa

Muitas vezes você vai parir e outro criar. Não é raro. Até porque num mundo de bits, o conhecimento fica mais forte quando compartilhado. Em outras ocasiões, você faz nascer, tem o bom senso de fazê-la crescer, educa e consegue frutificar na tendência que você tão bem identificou, soluções memoráveis.

É de novo o momento mágico. Um clico virtuoso. O Arquiteto do Impossível, que não joga dados, dando a você a possibilidade de ser um ajudante temporário, quase um Jim Carey, gritando numa rua semi-deserta: I Got the Power!

Mas aí o evento acaba. Novas tendências passam a sua frente…e tudo recomeça.

OBS: Este você encontra lá no www.contemconteudo.org. É mais ou menos a linha que seguirei por aqui.

A Internet dá poder ao usuário comum

quarta-feira, 11 de junho de 2008 por Manoel Netto

Não quis utilizar a palavra “povo” no título desse artigo porque sabemos que, apesar dos vários milhões de conectados - durante o Digital Age no ano passado, alguns palestrantes falaram em 18 milhões, outros em 25 milhões - ainda não podemos considerar como uma mídia de massa, como consideramos a TV (embora tenhamos mais celulares que TVs no Brasil). Não querendo confundir muito, atenhamo-nos ao fato de que a Internet dá poder para a pessoa comum.

Isso que chamamos de Web 2.0 nada mais é que uma tendência no uso da Internet, de técnicas e tecnologias que já estavam disponíveis há anos e muitas delas já eram utilizadas antes de serem chamadas dessa forma. E essa tendência é o reconhecimento do outro lado de nossa tela. Pensamos fora do quadrado, apesar de o utilizarmos cada vez mais. Sabemos que a Internet não é um ambiente dissociado da realidade, como alguns ainda a tratam, e que além de nós de rede somos efetivamente pessoas, iguais a qualquer outra.

Ao vislumbrarmos isso, após a euforia da novidade, quando o computador se torna mais um eletrodoméstico em casa, começamos a utilizar a Internet de forma muito mais social e interativa do que jamais havíamos usado. E isso nos dá poder, como seres sociais, como consumidores, geradores de conteúdo e formadores de opinião.

Que outro eletrodoméstico nos permite acesso simultâneo e sem fronteiras a outros milhões de consumidores de forma tão fácil quanto o computador? Antes dele, se você tinha um problema com um produto comprado - ou qualquer serviço, ou ataques aos seus direitos, o que seja - qual era a chance de outras pessoas saberem do seu problema, ou mesmo se envolverem nele, ou ouvir o outro lado? No máximo, se fosse algo muito, mas muito absurdo, você seria entrevistado por alguma TV e teria seu caso divulgado. Mas isso em casos extremos e até catastróficos. O computador ligado à Internet torna qualquer pessoa comum em potencial gerador de informação, de conteúdo, de ruído, reclamações, críticas que serão vistas e complementadas por outras pessoas em escala imprevisível.

Os blogs e a influência no consumo

Durante o evento do ano passada falou-se praticamente disso o tempo todo. Apesar de por um lado parecer uma repetição chata de um mesmo tema, ao avaliar direito vemos que as visões apresentadas foram de diferentes áreas, embora todas com a mesma conclusão. Todos os palestrantes falaram em blogs, que confirma-o como legítimo representante desse momento, e no seu poder de influência.

As pessoas comuns preferem acreditar numa resenha de um blog sobre determinado produto que de um grande site, isso não é novidade para nós, mas foi para muitos empresários e executivos presentes no evento. O poder da Cauda Longa foi citado algumas vezes e todos perceberam - embora alguns relutem em aceitar - que menos é mais, que mais valem 1000 blogs gerando 5 que 10 veículos gerando 50.

Sua empresa precisa ouvir o consumidor

Em uma das palestras, na sessão de perguntas, uma pessoa questionou se “dar ouvidos e estimular esse tipo de manifestação não acabaria gerando um consumidor tirano“. Ora, mas a tirania do consumidor não é plenamente aceitável, tendo em vista que ele é o patrão das empresas? Se você não adapta o seu produto, o consumidor não compra! Isso é muito simples, não adianta relutar. Se antes o consumidor apenas deixava de comprar e conversava sobre sua insatisfação com 20 amigos, agora ele fala para 20 milhões ao mesmo tempo e isso fica registrado para outros pesquisarem ad infinitum.

Mas se hoje é mais fácil para o consumidor reclamar, é igualmente fácil para a empresa monitorar essas reclamações e procurar sanar seus problemas e se comunicar com seus consumidores. A Internet possibilita uma gama de opções imensa que pode deixar a empresa muito mais próxima de seu cliente, e ele espera isso! Seu sucesso depende disso.

As 3 principais atitudes de uma empresa, que são danosas a sua marca são:

  1. não saber o que o seu consumidor pensa de sua marca;
  2. saber e não dar a mínima;
  3. não saber ouvir críticas ou reclamações, só elogios.

* Nota do autor: Esse texto foi publicado originalmente no Tecnocracia em 2007 e por achar bastante relacionado à proposta desse novo blog, resolvi replicá-lo aqui com mínimas alterações.