O Fator facebook e os Obamaniacs

7 de setembro de 2008 por Gil Giardelli

 

Ganhando ou não a eleição, Obama nos ensina em que a conectividade é a força motora da nova arena politica! Ganhando ou não, Obama e sua equipe mudaram o jeito de se fazer propaganda! Ganhando ou nao Obama mostrou a forca da internet e das redes sociais!
Obama usando a internet tornou-se uma máquina fashion dos tempos digitais e o seu slogan “Change we can believe in” na frase da geração da economia colaborativa.
E nada é por acaso, o diretor de internet e novas midias de Obama é nada mais, nada menos do que Chris Hugues, um jovem de 24 anos que junto com seus colegas de quarto na faculdade fundaram o Facebook! A sensação das redes sociais! 
Ele consegui a OBAMANIA  utilizando a força dos ”Internet Boomers” utilizando virilidade, redes sociais, videos no Youtube, ringtones, widgets, photos, e constantes updates.
Obama, criou seu perfil em 57 redes sociais, tornava-se a primeira pessoa a passar de 1.000.000 de amigos no facebook e seus discursos lídera a audiência no Youtube! 
Utilizando redes sociais de nichos, Obama fala com american-asiáticos utiliza o Asianave, com os afros-americanos BlackPlanetGLEE para falar com gays, lésbicas e simpatizantes, o Faithbasepara os religiosos e para falar com American-Latinos ele usa o Migente.
Ainda acha que a internet não é um adrenalizador midiático! O discurso de obama na convencão que consagrou-o como o candidato Democrata, teve mais audiência do que a abertura dos jogos Olímpicos da China! 
A velha mídia, acreditava que a definição do próximo presidente seria decidido nos debates televisivos, oriundos da decada de 50! Francamente! ;)
Como disse Andrew Rasiej, fundador do Personal Democracy News – site que monitora o impacto da tecnologia na política – “ Eles (old media) ainda estão contando os cavalos, enquanto o mundo esta se movimentando em locomotivas” seria, trem balas digitais?
A e-revolução não é toda história, mas é uma grande história! Onde não podemos utilizar velhos mapas para descobrir novas terras!

Veja a minha palestra sobre o tema, clique aqui

 

 

Comércio eletrônico crescente

29 de agosto de 2008 por Stelleo Tolda

Dados recentes divulgados pela consultoria e-bit revelaram que o comércio eletrônico atingiu um faturamento de R$ 3,8 bilhões apenas no primeiro semestre deste ano, o que representa 45% a mais do que o mesmo período de 2007.

 

Os e-consumidores também cresceram: 42% em relação a 2007, somando 11,5 milhões de pessoas. Outro índice que também melhorou foi gasto médio por internauta  que passou de R$ 296 para R$ 324, um incremento de 9%.

 

Os preferidos dos e-consumidores, de acordo com a mesma pesquisa são livros (17% das vendas), informática (12%), saúde e beleza (10%), e aparelhos eletrônicos (7%).

 

Apesar dos números expressivos e das preferências se replicarem, o estudo infelizmente não contempla sites como o MercadoLivre, que têm 28,1 milhões de internautas e mais de 17,5 milhões de produtos comercializados (só em 2007). Ou seja, o mercado de comércio eletrônico no Brasil ainda é maior do que imaginamos.

 

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Comércio eletrônico (Fonte Clube Online)

Você faz parte da ‘Generation Virtual’?

22 de agosto de 2008 por Stelleo Tolda

Um estudo da consultoria Gartner estabeleceu uma nova geração de usuários de internet: a ‘Generation Virtual’, cujo critério de pertencimento é definido pelo uso que faz da mídia digital como meio de informação, compartilhamento e construção de conhecimento e troca de experiências.

 Dentro da ‘Generation Virtual’, há quatro níveis de engajamento (de conteúdo e de comunidade):

 - Criadores – cerca de 3% das pessoas, responsáveis pelo fornecimento original de conteúdo e promoção ativa de produtos e serviços.

 - Colaboradores - de 3 a 10%. São os seguidores, mas também adicionam informações e recomendam produtos e serviços.

 - Oportunistas - de 10 a 20%. São pessoas que podem contribuir mais para gerar buzz e promover marcas ou produtos. São aqueles que podem ‘agregar valor’ a um diálogo.

 - Lurkers (observadores) - aproximadamente 80% da Geração V, são os espectadores, lêem, absorvem a informação, mas não tem participação ativa.

 Mais importante do que o nome da geração e do que essas caracterizações (criadores, colaboradores, oportunistas e observadores - o que lurkers quer dizer), no entanto, são os pontos abaixo.

 Digo isso, pois é preciso atentar-se para:

- falar com todos os níveis de engajamento;

- entender que cada grupo tem o seu valor para os negócios, a sua tecnologia e a sua forma de contato;

- objetivos que a empresa quer sobre o retorno sobre esse investimento; a maneira como a conversa se inicia, se mantém e caminha. 

O ponto é que o contato com as comunidades deve seguir um objetivo definido com retorno sobre o investimento estabelecido. O que pode começar como uma forma de falar com seus clientes pode acabar comprometendo a reputação da empresa.

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‘Generation V’, nova geraçao de usuarios web, pesquisa do Gartner (Fonte BlueBus)

 

 

O novo guru da TI mundial

18 de agosto de 2008 por Paulino Michelazzo

Com a saída de Gates da MS veio a pergunta: quem será o novo guru da tecnologia? Eu apostei na dupla Sergey Brin e Larry Page do Google como número 1 em poder mas acredito muito em Mark Shuttleworth como o mais criativo.

E você? Em quem aposta?

A matéria pode ser lida no UOL de hoje clicando-se aqui.

Fazendo a lição de casa

15 de agosto de 2008 por Paulino Michelazzo

Um grande website de vendas de ingressos para shows e eventos passou por um fiasco na semana da bossa nova em São Paulo com problemas que foram desde a não disponibilidade do serviço na Internet até a falta de tato com o usuário de seus serviços. Acostumados com um tráfego linear durante todo o tempo, em um repentino “boom” de acessos o website entrou em colapso deixando centenas de pessoas que queriam adquirir ingressos a míngua. Diante disso fica a pergunta: até quanto é possível mensurar cargas atípicas e o que fazer como contingência nestes casos? A resposta é: planejamento e lição de casa.

A cada dia mais e mais facilidades estão disponíveis na Internet. Desde serviços públicos até a aquisição de bens e serviços, tudo pode ser encontrado na grande rede de uma forma ou de outra. Muitas destas incursões no mundo digital são realizadas sem critérios, sem planejamento e pior que isso, sem testes. Este mix gera frustração para o usuário que precisa ou deseja ganhar tempo usando uma ferramenta e perda monetária para o fornecedor. Um bom exemplo é o caso de uma prefeitura do interior de São Paulo que possui um sistema de emissão de guias de recolhimento de impostos que contém um erro de uma única barra (/) em seu código, impedindo o contribuinte de emitir e imprimir a guia. Como resultado desta barra equivocada, impostos deixam de ser pagos por aqueles que não querem ou não podem ir até a repartição pública. Uma simples barra que foi lá esquecida por alguém que desenvolveu e não testou o que fez gerando perda monetária e frustração. Uma simples barra…

Mas nem só de erros de programação vive a web. Existem também aqueles causados pelo excesso de confiança que são como relacionamentos amorosos. Confia-se tanto no parceiro que são esquecidas regras básicas de convívio e manutenção do que foi construído, até o momento que esta confiança é traída e a lamentação torna-se onipresente (como bem relatado no artigo de Juliana Padron). E este foi o caso desta semana; excesso de confiança no sistema acarretou centenas de reclamações de seus usuários, perda financeira para a empresa e principalmente a credibilidade arranhada. Depois dessa, quem vai acreditar que é possível ter tranquilidade na aquisição de ingressos para grande eventos?

Claro, erros acontecem em todos os sistemas e até estamos acostumados com eles. Mas existem erros e “erros”. Numa função pouco usada ou que somente em determinadas circunstâncias é ativado, pode ser “aceito” tal como os bug’s de navegadores que permitem alguns usos indevidos sobre formas pouco convencionais, mas erros no meio de um fluxo constantemente usado são aqueles considerados inadmissíveis em todos os sentidos.

Para contornar situações como estas somente o planejamento e a velha “lição de casa”. O planejamento é usado para tentar mensurar o maior número de variáveis possíveis do sistema, inclusive aquelas que são consideradas atípicas tais como acessos em alta escala até a pane dos servidores. A lição de casa nada mais é que testar estas variáveis e criar planos de contingência no intuito de minimizar os efeitos colaterais advindos deste cenário catastrófico. Pecando nestes dois pontos tem-se uma ponte de cordas velhas sobre um desfiladeiro; pode não cair agora mas cairá algum dia.

Dicas? Inúmeras. Mas principalmente o bom senso e o real trato com os usuários. Deixar uma mensagem de “serviço indisponível” certamente não é a melhor forma de dizer ao usuário que o sistema está manco. Ser franco, admitir o erro e tentar da melhor e mais rápida forma contorná-lo (onde está a contingência?) são as ferramentas existentes no momento do caos. Se não tem solução, solucionado está mas este não é o provérbio que deve ser adotado a ferro e fogo na Internet. Até descobri-se que não existe solução, a busca por ele deve ser incansável, mesmo que seja para ver e ouvir João Gilberto.

Falando russo

11 de agosto de 2008 por Stelleo Tolda

O Google anunciou, no dia 18 de Julho, a compra do site russo, Zao Begun.

 

A compra se dá por alguns motivos: para entrar no país e para aproveitar a venda de publicidade local.

 

Um ponto que fica evidenciado nessa negociação é que o Google não é necessariamente o líder em buscas em todos os lugares do mundo. Como no Ocidente, é praticamente dono dos mercados de busca, muitas vezes assumimos que é líder mundo afora, o que não é verdade. 

 

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Google compra Begun por 140 milhões de dólares (Fonte: M&M Online)

 

 

Busca pela fala

4 de agosto de 2008 por Stelleo Tolda

O Google lançou uma tecnologia que permite localizar pela fala o conteúdo dos vídeos. Ainda limitada a vídeos com teor político, se o termo estiver em algum vídeo do Youtube, as posições no vídeo são indicadas e o usuário pode ler os textos como se fosse uma legenda.

 

A tecnologia ainda permite que o texto dos vídeos seja transcrito.

 

O interessante da ferramenta, que ainda se limita a um tipo de conteúdo, mas que tende a ser generalizada, é mais uma iniciativa na direção de abranger a busca completa em todo conteúdo digital, o que vai muito além dos links azuis

 

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Google adiciona tecnologia de reconhecimento de fala no YouTube (Fonte AdNews)

 

 

Além dos links azuis (Fonte MLOG) 

Sintoma da internet é sintoma da cultura

31 de julho de 2008 por Ana Amélia Erthal

Essa semana publiquei no iMasters um artigo falando sobre o excesso de informação, um tema freqüente nas rodas de webwriting, ainda mais agora com o anúncio do “um trilhão de sites” pelo Google. O texto fala sobre como os usuários constroem, destroem e reconstroem o conteúdo, como ele é vivo e dinâmico e como o Twitter  representa esse movimento.Acontece que esse não é um sintoma só da internet. É um sintoma da cultura. Precisamos de tecnologias e sistemas que nos dêem mais tempo – o que é um paradoxo, e que vale para outro texto – e com isso estamos transformando os meios de comunicação.

Aprendemos a economizar as palavras para as mensagens SMS. Aprendemos a telefonar enquanto se faz alguma coisa (antes era o contrário: você fazia outra coisa enquanto telefonava). Até as piadas estão mais curtas, viraram chiste, instantâneas e sem enredo, mas muito engraçadas. Fique uma tarde no Twitter, siga algumas pessoas e você terá um repertório garantido por semanas. 

A dinâmica da comunicação permeia todos os setores e claro, passa pela escola. A maior questão da pedagogia hoje é o fim da “aula de salivação”, das aulas magistrais, em que o professor era o informante detentor do conhecimento. As crianças de hoje, impactadas por tantos recursos midiáticos áudio-táteis-visuais, não se atém a esse modelo de aprendizagem. É necessário que estejam engajadas com os conteúdos, que sejam motivadas pela descoberta. Erudição não é mais sinal de sabedoria, basta ver Kung Fu Panda (rs).

A pergunta que eu faço serve para os dois mundos: pra onde estamos indo? Se a informação é acessível e contestável para todos, talvez tenhamos um mundo mais colaborativo e menos competitivo. Talvez a medicina consiga, com a ajuda da tecnologia, fazer implantes cerebrais que processem um trilhão de informações em segundos (rs). As duas perspectivas são boas.

Programação como ela é

26 de julho de 2008 por Paulino Michelazzo

Neste ano o iMasters Intercon vai desafiar a cabeça e as pernas de seus participantes. O conjunto de novidades é tão grande que a dúvida será como dividir a mente de duas, três partes para poder acompanhar tudo o que vai ocorrer dentro do evento. Desde palestras de gente conhecida da mídia digital até cabo de rede voador vai ter numa festa que promete ser memorável em todos os sentidos.

E para deixar o caldo mais grosso ainda, fui convidado este ano para participar não como palestrante como nas últimas… sei lá quantas vezes. Desta vez o buraco é um pouco mais embaixo e o desafio muito maior que estar diante de 700 pessoas falando sobre algum tema. As oficinas de programação, desde sua concepção até o resultado final ficaram sob minha responsabilidade, a qual prometi dar o melhor possível para agradar gregos, troianos, romanos e tudo mais o que vier.

Como desta vez os organizadores do evento pagam uma dívida antiga para com um segmento até então meio esquecido, os programadores terão o prazer de se deleitar não com aquelas palestras teóricas ou fundamentais, mas sim com aquilo que vêem todos os dias: código. A idéia é levar o ambiente de trabalho dos programadores para dentro do evento com os mesmos desafios e a mesma informalidade, propiciando assim um espaço diferente onde se sintam em casa e participem dos códigos que irão nascer das mãos dos que já estão há anos na lida do desenvolvimento.

O time de palestrantes, escolhidos a dedo por suas capacidades e facilidades de fazer coisas complexas se tornarem simples poderá ser conhecido dentro de alguns dias bem como os temas abordados, os quais certamente irão deixar muito programador com coceira nos dedos. Não acredita? Literalmente pague para ver o que estamos preparando no Intercon 2008.

:wq

Vaticano se rende às novas tecnologias

25 de julho de 2008 por Stelleo Tolda

Para estreitar relações com o público jovem, com a geração Y, é preciso falar a língua deles: mensagens de texto, comunicadores instantâneos, estar ativo e presente nas redes sociais e comunidades, ser relevante e atrativo.

 

Li no site AdNews que o Papa Bento XVI resolveu enviar mensagens de celular aos jovens que participam da Jornada Mundial da Juventude, na Austrália. As mensagens são enviadas levando-se em conta o tipo de meio, abreviações e jargões típicos.

 

A primeira mensagem: “Jovens amigos, Deus e seu povo esperam muito de vcs, porque vcs receberam o presente supremo do Pai: o Espírito de Jesus - BXVI”.

 

É preciso estar onde o público está. E mais do que isso, é preciso falar a sua língua, entender o seu comportamento, a sua cultura se quisermos ser ouvidos.

 

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O PAPA é POP e usa SMS para falar com jovens (Fonte AdNews)